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Bossamoderna apresenta o quinto programa sobre os 60 anos da Bossa Nova


O Bossamoderna deste domingo (06) destaca o quinto programa em homenagem aos 60 anos da Bossa Nova. O repertório conta com grandes nomes da música brasileira.

O programa começa apresentando “Zelão”, de Sérgio Ricardo, em faixa do seu disco “A bossa romântica de Sérgio Ricardo”, de 1960.

Geraldo Vandré faz parte desta edição com a obra “Fica mal com Deus”, orquestrada por Moacir Santos. A gravação foi feita em 1963.

O carioca radicado em São Paulo Théo de Barros participa desta edição com a música “Menino das laranjas”, que aborda a exploração do trabalho infantil.

O Bossamoderna destaca a composição na voz de Elis Regina, em faixa do disco de estreia da cantora “Samba eu canto assim”, de 1965.

O cantor e compositor, Geraldo Cunha está no repertório desta edição com “O morro não tem vez”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

Carlos Lyra faz parte desta edição com “Feio não é bonito”, feita em parceria com o teatrólogo, Gianfrancesco Guarnieri, em 1974. Lyra foi um dos mestres da aproximação da bossa com o então chamado samba de morro, ao dividir com Zé Kéti, o “Samba da legalidade”.

A capixaba, Nara Leão apresenta nesta edição, a música “Opinião”, de Zé Kéti, em gravação de 1964.

A baiana Maria Bethânia está no repertório desta edição com “Carcará”, de João do Vale e José Cândido, prefaciado pelo trecho da “Missa agrária”, de Carlos Lyra e Gianfrancesco Guarnieri.

O Bossamoderna traz também outros trabalhos de João do Vale. O artista popular é conhecido por compor xotes, sambas e baiões, incorporado ao universo da bossa, pelo viés de protesto. Esta edição apresenta “A voz do povo”, na voz de Alaíde Costa, em faixa do disco “Alaíde Costa”, de 1965. O programa conta com outra obra de João do Vale, desta vez em parceria com J.B. de Aquino. Esta edição apresenta “Sina de Caboclo”, na voz de Nara Leão.

Os compositores cariocas Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle fazem parte desta edição com “Terra de ninguém”. O programa apresenta a composição nas vozes de Marcos e Elis Regina, em gravação de 1965. Também da dupla, na mesma linha engajada, é o “Sonho de Maria”, que o Tamba Trio gravou em seu disco “Avanço”, de 1963.

O Bossamoderna destaca também neste programa sobre os 60 anos da Bossa Nova, a obra “A resposta”, que faz parte do disco de Marcos, “O compositor e o cantor”, de 1965.

O carioca, Edu Lobo participa desta edição com “Borandá”, de sua autoria, que retrata a saga do retirante nordestino expulso pela seca.

Lula Freire faz parte desta edição com a música “Vê”, feita em parceria com Roberto Menescal. O Bossamoderna traz a composição na apresentação do Conjunto vocal “Os Cariocas”, em faixa do disco “Os Cariocas de 400 bossas”, de 1965.

Roberto Menescal participa também desta edição com o seu o habitual parceiro, o carioca Ronaldo Bôscoli. Esta edição destaca “A mesma canção”, com mais uma apresentação do Conjunto vocal “Os Cariocas”, em faixa do disco “Arte/ vozes”, de 1966.

Precursor da Bossa Nova com seu samba canção refinado, o paulista Tito Madiapresenta nesta edição “Deixa o morro cantar”, em faixa do seu disco, “Balanço zona sul e outros sucessos”, de 1966.

Este quinto programa sobre os 60 anos da Bossa Nova termina com Carlos Lyra eVinicius de Moraes. Eles escreveram a “Marcha da quarta-feira de cinzas”. Esta edição destaca a obra na voz de Carlos Lyra, em faixa de seu disco “BossaLyra”, 1993.

Ouça o programa na íntegra pelo player acima.

Bossamoderna vai ao ar todo domingo às 22h pelas Rádios MEC AM e FM com reprise toda segunda às 18h na MEC AM. Envie seus pedidos de músicas, participação ou informações da programação também pelo Whatsapp (21) 99710-0537.

Fonte: Agência Brasil

#Bossamoderna