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Cristina: a Argentina fechou "o último capítulo da grande dívida"

8 de out. de 2015
2 min de leitura

A presidente Cristina Fernández de Kirchner afirmou que “ninguém irá deter este projeto de país que avança para que os 40 milhões de argentinos estejam incluídos” e defendeu a política de redução da dívida dos últimos 12 anos.

Quando liderava o ato do 87 aniversário do Sistema Viário Nacional e o "Dia do Caminho", no centro de exposições Tecnópolis, a presidente sublinhou que "a redução da dívida não é um objetivo, e sim torna possível inaugurar uma etapa de crescimento e desenvolvimento", destacando a necessidade de "fortalecer cada vez mais o mercado interno com consumo, trabalho, infraestrutura, ciência, tecnologia e desenvolvimento", durante um ato transmitido por cadeia nacional.

Quando se referiu ao pagamento "completo" dos Boden 2015, Cristina destacou que "é a primeira vez que um governo emite uma série de títulos, e é o mesmo governo quem paga e não deixa para outro pagar", e explicou que desde 2003 o país pagou "145 bilhões de dólares, sem ter acesso a financiamento externo, com o trabalho e o esforço de todos os argentinos", contra "80 bilhões, muito menos, quase a metade do que já pagamos" que deverão enfrentar "os próximos três governos". Durante o discurso Cristina estava acompanhada pelo governador da província de Buenos Aires e candidato a presidente pelo governista Frente para la Victoria, Daniel Scioli; o candidato a vice, Carlos Zannini; e os ministros da Economia Axel Kicillof; do Planejamento, Julio De Vido; e da Agricultura, Pecuária e Pesca, Carlos Casamiquela. Em outro trecho do discurso, a Presidente celebrou que a Argentina tenha se transformado no sexto país do mundo que produz "alimentos biotecnológicos", junto com Brasil, Cuba, Indonésia, China e Estados Unidos, devido a um projeto realizado com cientistas e pesquisadores do Conicet.

Fonte e foto: Télam

 
 
 

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