Buscar

Minha Casa Minha Vida injeta R$ 270 bi na economia brasileira, diz vice-presidente da Caixa


O Programa Minha Casa Minha Vida tem contribuído de forma decisiva para manter a atividade econômica do Brasil. É o que analisa o vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Teotônio Rezende. Ele diz que desde o início do Programa, em 2009, mais de R$ 270 bilhões foram injetados na economia do País por conta da construção de moradias.

“O Minha Casa Minha Vida tem um duplo papel: o impacto social, pois você está viabilizando acesso à moradia para um segmento que não teria oportunidade, além do aspecto econômico, na medida em que o programa gera emprego e renda, mantendo a atividade econômica principalmente para o setor da construção civil”, afirma Teotônio.

O vice-presidente da Caixa defende que os estímulos à cadeia da construção civil no Brasil foram decisivos para enfrentar as dificuldades econômicas que atingiram as economias globais. “Mesmo com a crise de 2008, o Minha Casa Minha Vida permitiu que os construtores continuassem fazendo novos lançamentos e assim o caso brasileiro, diferentemente da maioria dos países, ao invés da construção civil ter gerado desemprego na crise global de 2008, ela fez ampliar o número de novos postos de trabalho”, diz.

Prova disso é o próprio município de Juazeiro, que entrega nesta sexta (14) 1.480 unidades habitacionais. O município baiano criou 3,7 mil vagas com carteira assinada no primeiro semestre de 2015, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Segundo a prefeitura, a construção da primeira etapa do Residencial Juazeiro gerou cerca de 1.200 empregos diretos, sendo 90% ocupados por mão de obra local.

De acordo com dados do Ministério das Cidades, o programa habitacional vem contribuindo para a abertura de postos de trabalho. Quando foi criado, em 2009, o Minha Casa Minha Vida possibilitou a criação de mais de 158 mil vagas de emprego. Em 2013, esse número chegou a 1,2 milhão.

Diante da expectativa de lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida, anunciado pela presidenta Dilma Rousseff, Teotônio acredita que o desempenho deverá se manter. “O Programa vai continuar exercendo o seu papel de garantir o acesso da população de mais baixa renda e continuar incentivando a indústria da construção civil para que ela mantenha o nível de atividade e consequentemente continue gerando renda e emprego”, finaliza.

Fonte: Blog do Planalto

#economia