COBRAPHI aprova propostas para criação de duas novas Cátedras da UNESCO em recursos hídricos no Brasil

10-Feb-2019

Na tarde desta quinta-feira, 7 de fevereiro, na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, os membros da Comissão Brasileira para Programas Hidrológicos Internacionais (COBRAPHI) conheceram formalmente e aprovaram as propostas para criação de duas novas cátedras da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) sobre recursos hídricos no País. A decisão foi tomada na 19ª Reunião Ordinária da Comissão, após debate com os pesquisadores que lideram os projetos no Rio de Janeiro e em São Carlos. A COBRAPHI é presidida pelo diretor da Área de Hidrologia da ANA, Ney Maranhão. 

 

Com a aprovação, as propostas serão encaminhadas para deliberação pela UNESCO. Caso sejam aprovadas, uma delas ficará na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e desenvolverá estudos sobre drenagem urbana em regiões de planícies costeiras.

A outra será instalada na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos (SP), e abordará a qualidade da água e a recuperação de águas urbanas. Na reunião desta quinta, as propostas foram apresentadas pelo professor Paulo Canedo, do Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ, e José Tundisi, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental da USP São Carlos. 

 

Atualmente o Brasil possui uma cátedra relacionada a recursos hídricos. Criada em fevereiro de 2006, a Cátedra UNESCO Água, Mulheres e Desenvolvimento é coordenada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em Minas Gerais. Este grupo tem como objetivo criar no Brasil uma rede nacional e regional de mulheres que tenham poder de decisão em assuntos relativos a água. 

 

COBRAPHI

O Decreto nº 84737, de 27 de maio de 1980, criou a Comissão Brasileira para o Programa Hidrológico Internacional (PHI). Com o Decreto de 2 de setembro de 1999, o grupo passou a se chamar Comissão Brasileira para Programas Hidrológicos Internacionais. A COBRAPHI tem a finalidade de planejar, coordenar e supervisionar as atividades relacionadas a programas hidrológicos internacionais no País. 

 

A Comissão Brasileira conta com representantes de diversos ministérios e órgãos vinculados a eles. O grupo também conta com a participação de cinco especialistas de notório saber na área de recursos hídricos, sendo um de cada região geopolítica, além de representantes da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH) e da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS).

 

Fonte: ANA

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