Educadora afirma que programa de golpistas é um “túnel para o passado”

13-Apr-2016

 

Os trabalhadores em educação encaram o programa “Uma Ponte para o Futuro”, que reúne propostas centrais do vice-presidente caso ele assuma se passar o impeachment de Dilma Rousseff, como um túnel do tempo para o passado. A afirmação foi feita pela coordenadora-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), dra. Madalena Guasco Peixoto, no Encontro da Educação pela democracia, realizado nesta terça-feira (12) no Palácio do Planalto. Segundo ela, o programa retira direitos e retoma a concepção de Estado mínimo “que levou o Brasil à bancarrota”.

 

“O plano dos golpistas é uma ameaça aos direitos sociais e trabalhistas. O sistema de financiamento da educação e da saúde públicas, que garante um patamar mínimo de receitas, estaria comprometido com o fim de todas as vinculações. Como educadores, não podemos ficar calado diante dessa ameaça”.

 

Durante o evento, o coordenador do Fórum Nacional de Educação, Heleno Araújo Filho, declarou que os trabalhadores em educação também não aceitam que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que é réu, manobre pelo impeachment da presidenta Dilma, que não cometeu crime algum.

 

Fonte: Agência Brasil - 

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