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Conheça a maior biblioteca especializada em castanha-da-amazônia do mundo


As castanhas são um dos principais produtos da recém-criada Resex Renascer © Michel Gunther / WWF

Plataforma tem mais de 1200 itens e materiais em nove idiomas, de 1808 até hoje Por Observatório Castanha-da-Amazônia - Imagine um ambiente que reúna todo o tipo de informação e conteúdo sobre castanha-da-amazônia disponível. De receitas e músicas a vídeos, guias de boas práticas, arte e cultura; da biologia à tecnologia, da saúde à economia. Pois agora toda a informação sobre castanha pode ser encontrada em um só lugar: a Biblioteca Virtual do Observatório Castanha-da-Amazônia, o maior repositório especializado em castanha-da-amazônia do mundo! A Biblioteca Virtual do OCA conta atualmente com 1.245 itens em diversos formatos e tipos, com materiais em 9 idiomas, de 1808 até hoje, e foi pensada para ser um ambiente de referência para pesquisas, consultas e descobertas sobre a castanha-da-amazônia. É uma variedade grande de tipos de documento e temas, tornando a Biblioteca democrática e atendendo às necessidades dos mais diversos atores da cadeia de valor, do extrativista ao consumidor. Para Raquel Rodrigues dos Santos, pesquisadora responsável pelo levantamento de materiais e organização da Biblioteca, a plataforma inova ao reunir em um só lugar a enorme diversidade de materiais já produzidos sobre castanha que sempre estiveram dispersos. "Quem trabalha com castanha, do extrativista ao consumidor, passando por pesquisadores e pesquisadoras, não tinha, até o momento, um local público e aberto onde buscar essa diversidade de materiais de uma maneira direcionada e com facilidade", diz.

Clique aqui e comece a explorar a maior biblioteca virtual especializada em castanha-da-amazônia do mundo! Com um levantamento realizado em mais de 30 bancos de dados e repositórios, ou recolhidos diretamente com pesquisadores e instituições parceiras do OCA, cerca de metade dos documentos levantados é composta de artigos científicos, mas em um movimento inédito a biblioteca conta também com muitos materiais da chamada literatura cinza, publicações não convencionais e não comerciais, semipublicadas e difíceis de encontrar em canais tradicionais de distribuição. Para atender ao público estrangeiro, a busca da biblioteca funciona também com busca por palavras-chave em inglês e espanhol, além de materiais curiosos como vídeos em russo e coreano, desenhos e manuscritos dos séculos XVIII e XIX, além de produções na língua WaiWai. "Para nós, que ajudamos na organização da biblioteca, foi um processo super prazeroso, repleto de descobertas interessantes, justamente por essa riqueza de expressões. A gente acredita que essa compilação, além de ajudar as pessoas que precisam dessas diversas informações, vai ajudar a mostrar para o mundo o valor que a castanha tem", afirma Raquel.

Sobre a Biblioteca

A Biblioteca do OCA é fruto de pesquisa e sistematização de Raquel Rodrigues dos Santos e Maria Luíza Camargo. O sistema da plataforma é de autoria da Terra Krya. O OCA também agradece a colaboração especial de pessoas que selecionaram e enviaram materiais de seus acervos institucionais e/ou pessoais para a biblioteca: Ricardo Scoles (Universidade Federal do Oeste do Pará), Marcelino Carneiro Guedes (EMBRAPA - Amapá), Lúcia Helena de Oliveira Wadt (EMBRAPA - Rondônia), Priscila Viudes (EMBRAPA - Acre) e Pedro Frizo (Conexsus).

Sobre o OCA

O Observatório Castanha-da-Amazônia é uma rede de organizações que atua para desenvolver a cadeia de valor da castanha, com especial atenção à melhoria das condições de vida das comunidades e povos produtores. Para saber mais, acesse: observatoriodacastanha.org.br Esta ação do OCA teve apoio da CLUA (Aliança pelo Clima e Uso da Terra). O Observatório também é apoiado pelo Projeto Bioeconomia e Cadeias de Valor, desenvolvido no âmbito da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da parceria entre o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH, com apoio do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha; e pela USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional).


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