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Faces do Refúgio: série fotográfica da ONU aborda deslocamento forçado no mundo


SUDÃO DO SUL/2014 — Um ano após a eclosão dos conflitos no Sudão do Sul, crianças sul-sudanesas refugiadas se divertem em um brinquedo instalado por uma organização parceira do ACNUR no centro de transição Nyumanzi, norte de Uganda. Foto: ACNUR/Frederic Noy

A cada três segundos, alguém, em algum lugar no mundo, é obrigado a deixar sua casa para trás. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), 68,5 milhões de pessoas vivem longe de seus locais de origem devido a guerras, conflitos e perseguições. Para conscientizar a população brasileira sobre os desafios que esses indivíduos enfrentam, o organismo internacional promove a exposição itinerante Faces do Refúgio.

A mostra fotográfica traz histórias de crianças, homens e mulheres que sonham com um novo começo, longe de confrontos armados e violações rotineiras de seus direitos. Com curadoria do ACNUR em parceria com o Atelier Vanessa Poitena, a série foi exibida em São Paulo nos meses de junho e julho. Confira algumas das imagens que fazem parte do catálogo:

GRÉCIA/2016 — Meninas recém-chegadas brincam no vilarejo Pipka, gerido de forma comunitária na Ilha de Lesbos. Originalmente, o local abrigava um acampamento de verão. Um dos fundadores, Efi Latsoudi, recebeu o Prêmio Nansen do ACNUR em 2016. Foto: ACNUR/Caroline Irby

BANGLADESH/2017 — Noor, de oito anos, e Sameera, de dez, brincam em balanços no campo de Kutupalong. O local abriga refugiados rohingya que fugiram para Mianmar em 1991, buscando proteção. Muitas crianças nasceram no campo e não conhecem outra realidade. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

BANGLADESH/2017 — Com a chegada de mais de 650 mil refugiados rohingya de Mianmar, o ACNUR vem trabalhando com o governo de Bangladesh para oferecer alimentos, água limpa, abrigo, cuidados de saúde e acompanhamento em casos de trauma. Foto: ACNUR/Roger Arnold

BANGLADESH/2017 — Famílias inteiras, jovens mães e adolescentes desacompanhados estão entre os 650 mil refugiados rohingya que deixaram Mianmar rumo a Bangladesh após episódios de violência contra esse grupo étnico no país, em agosto do ano passado. Foto: ACNUR/Roger Arnold

GRÉCIA/2015 — Uma refugiada síria abraça seu filho após chegar em segurança à ilha de Lesbos, na Grécia. Mais de 1 milhão de pessoas passaram pelo país na atual crise migratória. A mãe e o filho da foto vieram da Turquia pelo mar Egeu, em um bote inflável. Foto: ACNUR/Achileas Zavallis

TANZÂNIA/2008 — A filha de refugiados burundineses, Janet Ogeste, nasceu na Tanzânia em 1978. Três décadas depois, ela trabalhava como parteira no vilarejo de Lukama. “Quando ajudo a trazer outro humano para o mundo, sinto-me muito feliz”. Foto: ACNUR/Brendan Bannon

UCRÂNIA/2015 — Profissionais do ACNUR se preparam para a distribuição de itens de assistência no vilarejo destruído de Nikishino. Após quatro anos de conflitos no leste da Ucrânia, 1,5 milhão de pessoas se tornaram deslocadas internas no país. Foto: ACNUR/Andrew McConnell

UGANDA/2017 — A professora Bako Zulaika mostra seus materiais de ensino do lado de fora de sua tenda, numa escola primária no campo de refugiados de Bidi Bidi. O centro de ensino era frequentado por mais de 48 mil crianças em março de 2017. Foto: ACNUR/David Azia

SÍRIA/2014 — Um avião do ACNUR entrega itens de assistência para deslocados internos no nordeste da Síria. Eles totalizam 6,1 milhões de pessoas no país. Em 11 dias, 440 toneladas de suprimentos emergenciais foram entregues. Foto: ACNUR/M.Hamdoush

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO/2013 — Com apoio do ACNUR, Angélique Namaika oferece capacitação profissional a mulheres violentadas por grupos armados. Em 2013, ela ganhou o Prêmio Nansen do ACNUR. Foto: ACNUR/Brian Sokol

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO/2008 – A intensificação da guerra na província de Kivu do Norte, no final de 2006, provocou o deslocamento forçado de 600 mil pessoas na República Democrática do Congo. Na foto, milhares de congoleses abandonam o campo de deslocados internos nos arredores de Kibati após terem ouvido disparos na região. Atualmente, há 3,8 milhões de deslocados internos no país. Foto: ACNUR

Fonte: ONU

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