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Oscar 2017 começa a receber inscrição de indicação nacional


O Ministério da Cultura (MinC) abriu o processo de inscrição para selecionar o longa-metragem brasileiro que será indicado como candidato nacional ao Prêmio de Melhor Filme de Língua Estrangeira para a 89ª edição do Oscar 2017.

O anúncio foi feito pela Secretaria do Audiovisual (SAv), do órgão, em evento promovido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

As regras para participar do processo seletivo foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira (28). De acordo com portaria, os interessados têm até 18h do dia 31 de agosto, deste ano, para inscrever o filme.

Para ser inscrito, o filme precisa ter sido lançado e exibido publicamente com fins comerciais no Brasil, por pelo menos sete dias consecutivos, entre os dias 1º de outubro de 2015 e 30 de setembro de 2016. É necessária a comprovação da exibição

do filme em salas de cinema comercial.

Na avaliação da Secretaria do Audiovisual do MinC, é importante observar as regras indicadas pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Todas as normas podem ser encontradas no site da entidade.

Indicações brasileiras ao Oscar

No ano passado, foram inscritos dez filmes, sendo oito na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Entre eles estão: A história da eternidade, de Camilo Cavalcante; Alguém Qualquer, de Tristan Aronovich; Campo de jogo, de Eryc Roch; Casa Grande, de Fellipe Barbosa; Entrando Numa Roubada, de André Moraes; Estranhos, de Paulo Alcântara; Que horas ela volta?, de Anna Muylaert e Estrada 47, de Vicente Ferraz.

O filme Que horas ela volta?, que expôs desigualdades sociais brasileiras por meio dos conflitos entre uma empregada doméstica e seus patrões de classe média, foi o longa selecionado para representar o Brasil como Melhor Filme Estrangeiro no Oscar de 2016. Embora não tenha entrado para lista dos cinco indicados ao prêmio, o filme trouxe novas perspectivas, inclusive sobre o mercado do cinema, para aqueles que participaram do longa, como a atriz Camila Márdila e a diretora Anna Muylaert.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MinC

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