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904 mil vagas de acesso à universidade são criadas por programas do governo em 2015


Fies, ProUni e Sisu oferecem benefícios que possibilitam brasileiros cursarem graduação no País

Três programas de governo têm garantido o ingresso de estudantes em cursos de graduação públicos e privados no País. Seja gratuitamente, por meio de bolsas ou ainda na modalidade de financiamento, foram criadas mais de 904 mil vagas de acesso à universidade somente em 2015, graças a ProUni, Fies e Sisu.

Apesar desses programas representarem uma chance no Ensino Superior, cada um tem regras específicas e focos diferentes. Mas, na prática, os três funcionam como "políticas sociais" na área de educação.

"Alguns dizem por aí que o governo está parado, que o governo deixou de fazer política social, deixou abandonados os programas sociais. É mentira", afirmou a presidenta Dilma Rousseff na quarta-feira (14) durante congresso em São Bernardo (SP). "Por que é mentira? Porque nesse ano de 2015 nós estamos criando quase 1 milhão de novas vagas para os jovens deste País, principalmente os jovens que vêm de família de menor renda, a ter acesso à universidade".

O Programa Universidade para Todos, o ProUni, é o que mais ofereceu chances aos estudantes brasileiros neste ano. Em 2015, o programa – que é dividido em seleções semestrais – ofereceu 329.117 bolsas. Mas, desde 2004, já contemplou 1,7 milhão de estudantes.

O sistema do governo federal concede bolsas parciais e integrais a estudantes com renda familiar per capita máxima de três salários mínimos. Segundo o MEC, atualmente, 1.126 instituições privadas de ensino superior têm convênio com o programa. Como contrapartida, as instituições ganham isenção em alguns impostos e tributos.

Emanuel Assis Neto, 19 anos, é um deles. Bolsista na faculdade de Comunicação Social da Universidade Católica de Brasília (UCB), ele recorreu ao ProUni quando realizou o Enem. Aluno de escolas públicas no município piauiense de São Raimundo Nonato, ele conseguiu uma boa nota no Enem, o que lhe garantiu a bolsa na instituição do Distrito Federal.

“Minha família não teria condições de bancar uma faculdade. E como bolsista, posso me dedicar apenas aos estudos, sem precisar trabalhar para pagar o curso”, comemora.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação

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