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Empregos: Formalização atingiu seu maior índice no fim de 2013


No fim de 2013, o mercado de trabalho alcançou a mais elevada taxa de formalização (58%). Há nove anos, a taxa não chegava à metade da população ocupada (45,7%).

Os dados fazem parte do estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2014.

As regiões Sul e Sudeste apresentaram os maiores percentuais de pessoas em trabalhos formais (67,4% e 67,8%, respectivamente).

Em 2004, o número de trabalhadores formais era de 37,4 milhões. Em nove anos, esse número aumentou 47,8%. Já a população ocupada em trabalhos informais teve uma redução de 10,1%, passando de 44,5 milhões para 40 milhões (42%).

Entre as pessoas em trabalhos informais, 62% tinham até oito anos de estudo, mais de 70% eram empregados sem carteira ou por conta-própria e 27% estavam na agricultura.

Euforia empreendedora

“Nós também geramos uma quantidade significativa de empregos nos últimos anos. O numero até fevereiro, do período do meu governo, chegou a 4,8 milhões de novos empregos com carteira assinada. Com isso, saiu um número dos empregos criados em fevereiro, e esse de 2014 foi o segundo melhor dos últimos 12 anos”, afirmou Dilma Rousseff.

A presidenta lembrou que a criação de empregos beneficia diretamente as mulheres. A presidenta reafirmou que o governo tem trabalhado para diminuir a burocracia e agilizar o prazo de abertura de empresas.

“Queria dizer que o Brasil hoje experimenta uma euforia empreendedora. Essa euforia, essa determinação de homens e mulheres de ter o próprio negócio é um dos fatores que explica o porque o Brasil não teve, diante da crise, redução do nível de emprego”, completou.

Fonte:Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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